Roda VT – Supernatural

Oi gente estou meio atrasado hoje, mas firme e forte para comandar mais um Roda VT – Supernatural que vale lembrar que é a coluna mais velha do Baú do Pirata, e que vem resistindo todasas mudanças que ocorrem ao longo do ano, mas tudo isso eu devo a vocês que fazem do Roda VT – Supernatural um grande sucesso de audiência aqui do Baú do Pirata, e claro que não posso deixar de falar um pouco da outra franquia do Roda VT que trata-se da coluna da Karolinne á quem eu emprestei o nome da minha coluna para ela fazer o Roda VT – Gossip Girl que sendo assim honra á quem pertence.
# Supernatural é destaque da revista ‘ Veja’
DO OUTRO MUNDO
Os irmãos caçadores de demônios de Sobrenatural: uma humilhação para o reality show A Fazenda.
A conceituada revista “Veja” desta semana traz uma matéria especial sobre as séries que ganharam seu espaço no disputado horário nobre da TV Aberta, lógico que Supernatural é citado… como vocês podem conferir abaixo:

(Desculpem mas eu e ninguém aqui de casa tem o costume de comprar essa revista, então não sei se esta matéria é a mesma contida na revista, quem tiver por favor me informe se é a mesma) *EDITADO: Esta é sim a mesma matéria da Revista.

Matéria retirada do site Veja.com
Tradicionalmente, as séries americanas serviam de tapa-buracos na programação das emissoras brasileiras. Ocupavam as horas mortas da madrugada ou substituíam temporariamente atrações nacionais em recesso. Ainda é assim na líder de audiência, a Globo. Mas suas concorrentes (ou, na verdade, as emissoras que se digladiam pelo segundo lugar) começaram a apostar com força na produção estrangeira. Record, SBT e Bandeirantes passaram a exibir séries americanas no estratégico horário das 9 da noite. Conquistaram uma fatia considerável da audiência, aproveitando o baixo desempenho de Viver a Vida – que acabou com modestos 38 pontos de audiência – e o fraco início de Passione. CSI: Las Vegas, que acompanha as investigações de legistas da polícia, vem mantendo a Record firme no segundo lugar, com média de 11 pontos e picos de até 15. Embora nenhuma rede tenha desistido da produção própria, a inserção dessas séries no horário nobre é um reconhecimento tácito de que os americanos, afinal, sabem mesmo fazer TV.

A produção de uma novela nacional é onerosa: vai de 170 000 a 450 000 reais por capítulo. Já os direitos de uma série americana são uma pechincha: vão de 10 000 a 25 000 dólares por episódio. “O custo-benefício é muito compensador”, diz Hélio Vargas, diretor artístico e de programação da Band, que há pouco colocou cinco séries no ar, capitanea-das por Bones, um genérico engraçadinho de CSI. O pioneiro no uso desses programas em horário nobre foi o SBT, que possui um contrato com o canal Warner para exibir suas séries na TV aberta. Sobrenatural, protagonizada por dois jovens irmãos que caçam demônios, foi um dos maiores sucessos da emissora no ano passado: chegou a 12 pontos, batendo a segunda temporada insossa do reality show A Fazenda, da Record. As criaturas do mal foram substituídas pelas patricinhas de Gossip Girl, que derrubaram a audiência e fizeram desandar as séries seguintes (O Exterminador do Futuro, que estreou na semana passada, registrou só 4 pontos de audiência, e no dia 4 deve dar lugar aos doutores esteticamente privilegiados de Grey’s Anatomy). Foi nesse vácuo que a Record, em janeiro, entrou com CSI. As maiores apostas do SBT para vencer os detetives-legistas virão no segundo semestre, com Diários do Vampiro e uma nova temporada de Sobrenatural. No SBT, a ideia de colocar séries americanas em um dos horários mais disputados foi da diretora-geral, Daniela Beyruti – e seu pai abraçou a iniciativa com entusiasmo: da Flórida, onde está em férias há duas semanas, Silvio Santos tem ligado diariamente para sua equipe, perguntando em particular pelo desempenho das séries.

Todos esses programas são conhecidos na televisão paga – sua exibição pretende alcançar o espectador que não assina esses serviços. Tal expansão da produção ianque deve irritar um certo figurão do governo Lula que, poucos meses atrás, disse que a TV paga só reproduzia “esterco cultural” dos Estados Unidos. O público, como mostram os índices, sabe reconhecer a inegável qualidade dessas séries.

# Boatos
Sétima temporada de Supernatural: Será?
Misha Collins afirmou numa convenção Supernatural em Paris que a 7a Temporada de Supernatural vai mesmo acontecer!!!!!.
Tem varios contras pois Jared disse que se a sexta não tiver muita audiencia,ele não continua.
O contrato vai até a season 6.Será que tem alguma coisa na CWStudios que não sabemos?
# O final ou melhor o recomesso!
O final da 5ª temporada de Supernatural exibido na quinta feira nos EUA, foi a despedida do criador da série Eric Kripke como showrunner.Desde o começo, ele disse que via Supernatural como uma história contada ao longo de cinco anos. E o episódio que encerrou sua fase não disfarça ter sido planejado para ser o último da série.

Assinado pelo próprio Kripke, carregou no tom emocional, explorou mais flashbacks que efeitos especiais e culminou apresentando supostos destinos finais para cada um dos irmãos Winchester. Até metalinguagem foi utlizada – tudo o que acontece é também escrito pelo profeta Chuck , que após teclar “The End” sorri e desaparece, numa alusão ao destino do verdadeiro autor da história.
O tom de despedida sobrepôs-se até à resolução da longa trama envolvendo Lúcifer e o apocalipse, resolvida numa solução anticlimática, que deixou muitos fãs frustrados.
Como podemos ver pela janela, o mundo não acabou. E se Dean também tivesse olhado pela janela, veria algo interessante, nas sombras, nos últimos segundos do episódio.

É nessas sombras que agora se encontra Sera Gamble, roteirista de 22 episódios de “Supernatural”, que foi promovida a showrunner no lugar de Kripke. Ela será responsável pelo rumo da 6ª temporada. É quem tem a função de explicar o que houve com Sam Winchester, como os dois irmãos voltarão a conviver, como lidarão com tudo o que aconteceu e, principalmente, o que eles farão agora. Afinal, o que se faz após se evitar o apocalipse?

Em entrevista para explicar seus planos, a produtora adiantou que a próxima temporada lidará mais com a relação dos irmãos e voltará ao formato do começo da série, com “mais episódios fechados, histórias completas dentro de um arco mais amplo que durará toda a temporada”.
Ela ainda não dá pistas sobre o que esse arco amplo implicará – uma nova ameaça? Mas avisa: “Nós vamos explorar histórias mais íntimas e pessoais. E agora que atingimos o âmago da questão do destino versus livre arbítrio, vamos explorar um novo balaio de questões.”

“O programa nunca foi realmente sobre Deus, anjos e demônios, mas sobre a vida de Sam e Dean”, disse Gamble, insinuando que, com o fim da 5ª temporada, também termina a presença dos anjos na série. Com isso, o personagem de Castiel, interpretado por Misha Collins, não deveria mais voltar. Mas os protestos dos fãs, que até criaram um abaixo-assinado online para manter Castiel, estão fazendo a produtora rever alguns conceitos… A última notícia, ainda extra-oficial, é que Misha Collins pode fazer algumas visitas como convidado especial.

Bom pessoal por hoje é só, mas amanhã eu irei assumir as ‘ Tirinhas Baú do Pirata’ e nada melhor como uma boa tira sobre Supernatural espero vocês, e o Roda VT – Supernatural volta segunda que vem e não se esqueçam que amanhã ás 22:00 horas tem o Roda VT – Gossip Girl com a minha amiga Karolinne!
Realização Blog Baú do Pirata
Aqui seu dia é mais feliz!
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